A Petrobras fechou o segundo trimestre do ano com produção média de 3,308 milhões de barris diários (boed) de óleo equivalente, que inclui petróleo e gás natural. O resultado foi 14,4% maior na comparação com igual período de 2025. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a produção avançou 3,5%.

A produção comercial de óleo e gás foi de 2,927 milhões de boed entre abril e junho, um avanço de 14,3% em um ano e crescimento de 3,4% contra a média dos três meses imediatamente anteriores.

A produção de petróleo foi de 2,689 milhões de barris por dia (bpd) no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 15,2% em relação ao segundo trimestre de 2025. Já em relação ao trimestre anterior, a produção subiu 4,1%.

Esse foi o primeiro trimestre integralmente impactado pela guerra entre Estados Unidos e Irã e pela redução e restrição do tráfego de embarcações no Estreito de Ormuz. Antes da guerra, a rota servia de canal para cerca de um quinto do petróleo e do gás natural comercializados no mundo.

O Estreito de Ormuz é uma passagem estratégica localizada entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã. A região é responsável por uma parcela significativa do transporte global de petróleo. Com as restrições impostas pelo conflito, o fluxo de embarcações foi reduzido, o que afetou os preços e a logística do setor. A Petrobras, como uma das maiores produtoras de petróleo do mundo, sentiu os efeitos desse cenário em seus resultados trimestrais. A empresa, no entanto, conseguiu aumentar sua produção, impulsionada por novos poços e pela eficiência operacional em suas plataformas.

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Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.

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