Autoridades reforçam a orientação para que o desaparecimento de pessoas seja registrado imediatamente, sem a necessidade de aguardar 24 horas. O contato deve ser feito pelos telefones 190 ou 197. Quando o registro é feito pela internet, um familiar ou responsável precisa ir até a delegacia para complementar a ocorrência, levando uma foto recente e dando informações que possam ajudar na localização. A falta de documentos não impede que o boletim seja feito.

Entre os dados mais relevantes para as buscas estão as características físicas da pessoa, como altura, cor dos olhos e cabelos, tatuagens, cicatrizes, marcas de nascença e uso de óculos. Também é importante informar quais roupas e objetos a pessoa usava quando foi vista pela última vez. Informar o CPF também é recomendado, pois ajuda a gerar alertas.

A orientação inclui ainda detalhes sobre o local e o horário do desaparecimento, o destino previsto, o caminho que a pessoa costumava fazer, contatos recentes, uso de veículo e condições de saúde, como uso de medicamentos, deficiências ou situações de vulnerabilidade. Quanto mais completas as informações, mais eficazes podem ser as buscas.

Em alguns casos, as autoridades podem pedir a coleta de material genético de familiares e de objetos pessoais da pessoa desaparecida para auxiliar na identificação.

Divulgação e canais oficiais

Para ajudar na localização, a recomendação é compartilhar somente o cartaz oficial da pessoa desaparecida, que fica disponível no perfil @desaparecidos_df, no Instagram, e no Cadastro Distrital de Pessoas Desaparecidas. A orientação é para que a população não crie cartazes próprios nem divulgue telefones, endereços, rotinas ou outras informações particulares, já que esses dados podem ser usados em golpes.

Qualquer informação sobre o paradeiro da pessoa deve ser passada exclusivamente pelo telefone 197. Assim que a pessoa for encontrada, a família deve avisar as autoridades imediatamente para que a ocorrência seja encerrada e as divulgações oficiais sejam retiradas.

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Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.

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