Os cachorros de pequeno porte são super populares no Brasil e têm conquistado muitos lares e corações. Esses cães são conhecidos pelo tamanho compacto e pelo jeito carinhoso. Geralmente, eles pesam até 10 kg e são perfeitos para quem mora em apartamentos ou espaços menores. Algumas raças que bombam são chihuahua, lulu da pomerânia, yorkshire terrier, maltês, shih tzu e pug.

A seguir, vamos explorar algumas curiosidades sobre esses pequenos companheiros!

### 1. Expectativa de vida mais longa

Os cães pequenos costumam viver mais do que os de raças médias e grandes. Enquanto um cachorro grande geralmente vive de 8 a 12 anos, os menores podem facilmente chegar aos 15 ou até 18 anos. Essa diferença se deve ao metabolismo eficiente dos cães menores e ao fato de eles desgastarem menos as articulações e o coração. Para os donos, isso significa mais tempo juntos, mas também requer mais atenção em relação à saúde e nutrição ao longo dos anos.

### 2. Temperamento corajoso e determinado

Apesar de serem pequenos, esses cães são bem destemidos. Raças como o chihuahua e o dachshund, por exemplo, foram criadas para caçar pequenos animais, o que faz com que tenham traços de coragem e vigilância. Essa confiança os leva a se comportarem como verdadeiros guardiões, latindo para avisar sobre qualquer movimento estranho. Assim, eles se tornam ótimos companheiros para quem busca proteção em casa.

### 3. Adaptabilidade a diferentes espaços

Uma das grandes vantagens dos cachorros pequenos é a facilidade de se adaptar a ambientes menores. Eles são ideais para apartamentos e casas sem quintal, pois ocupam pouco espaço e não gastam muita energia se locomovendo. No entanto, mesmo assim, eles não devem ficar sem atividades. É importante que façam caminhadas diárias e tenham momentos de brincadeiras para manter o equilíbrio físico e mental.

Esses cães têm um metabolismo acelerado e corpos menores, o que torna essencial uma dieta bem balanceada. Se só comerem ração ou petiscos excessivos, podem engordar rapidinho, o que afeta articulações, coração e fígado. O ideal é que a ração seja específica para o porte e a idade, com grãos menores e ricos em nutrientes.

### 5. Estrutura corporal mais delicada

Cães pequenos têm uma estrutura mais delicada, com ossos finos e articulações sensíveis. Por isso, quedas e saltos de móveis podem causar lesões, como fraturas. Para os tutores que têm crianças pequenas, é fundamental ensinar a manusear esses pets com cuidado, evitando apertos e puxões. Evitar que eles subam em sofás ou camas altas sem ajuda é importante para garantir a segurança deles.

Além disso, a vocalização intensa é uma característica de várias raças pequenas, como o pinscher e o terrier. Esses cães foram criados para alertar sobre movimentos suspeitos, e essa herança ainda se manifesta hoje. Eles costumam latir muito, principalmente quando estão entediados ou buscando atenção.

### 7. Sensibilidade a temperaturas extremas

Cães pequenos também são mais sensíveis às temperaturas extremas. Eles perdem calor corporal mais rápido devido ao porte reduzido. Raças com pelo curto, como o chihuahua, sentem muito frio e podem precisar de roupinhas e cobertores para se aquecer. No calor, a exposição excessiva ao sol pode gerar desidratação e insolação. É importante que os tutores prestem atenção a sinais como tremores, respiração ofegante e apatia, que indicam desconforto térmico.

### 8. Necessidade de socialização

Cães de pequeno porte precisam de socialização desde filhotes para se tornarem mais confiantes e bem ajustados. Isso ajuda a evitar comportamentos agressivos ou medrosos. Levar o cachorro a parques, fazer passeios e apresentá-lo a outras pessoas e animais é sempre uma boa ideia. Assim, eles aprendem a se comportar em diferentes situações.

### 9. Atividades para gastar energia

Os pequenos pets são cheios de energia e, mesmo que ocupem pouco espaço, não podem ficar parados à toa. É fundamental oferecer atividades físicas e mentais. Brincadeiras com brinquedos, jogos de esconde-esconde e até treino de truques ajudam a manter a mente e o corpo ativos. Um passeio todo dia também é incrível para gastar energia e fortalecer o vínculo entre tutor e cão.

### 10. Preferência por companhia

Esses cachorros, por serem pequenos e muito afetuosos, tendem a ser mais carentes de atenção. Adoram a companhia dos donos e podem ficar ansiosos se deixados sozinhos por muito tempo. Isso é algo a se considerar ao escolher um cão pequeno como companheiro. Eles são ótimos para quem passa bastante tempo em casa e está disposto a dar carinho e atenção.

### 11. Cuidados na higiene

A higiene é um aspecto que não deve ser esquecido. Algumas raças, como o maltês e o shih tzu, têm pelos longos que precisam ser cuidados com frequência. Banhos regulares e escovação ajudam a evitar nós e problemas de pele. Além disso, é preciso ficar de olho nos dentes, olhos e orelhas. Manter tudo isso em dia contribui para a saúde e bem-estar do pet.

### 12. Raças e características

Cada raça de cachorro pequeno tem suas particularidades. Por exemplo, o pug é conhecido pelo jeitinho atrapalhado e expressões engraçadas, enquanto o yorkshire é cheio de energia e adora brincar. Conhecer as características da raça ajuda a adaptar o cuidado e a atenção que cada um precisa.

### 13. Conclusão

Em resumo, os cachorros de pequeno porte são companheiros incríveis e trazem muita alegria para a vida dos tutores. Eles são adaptáveis, carinhosos e têm uma expectativa de vida longa. Com os devidos cuidados, atenção e amor, eles podem ser uma ótima adição a qualquer lar, trazendo companhia e bons momentos para todos. Conhecer as características e necessidades de cada raça é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar desses adoráveis cães.

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Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.